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	<title>Comentários sobre: Literatura (dúvidas para responder as questões da prova )</title>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1952</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:39:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 12:

É inegável a contribuição de Monteiro Lobato para a literatura brasileira, pois ele fez surgir um novo estilo literário no Brasil baseado num aspecto ideológico, no qual sua disseminação foi extremamente relevante para a literatura brasileira. O mais interessante é a roupagem dada por ele às suas obras, em especial, pela autovalorização regional que empregara em suas criações.
 MONTEIRO LOBATO Livros de contos: Urupês (1918); Cidades mortas (1919); Negrinha (1920) Com uma linguagem acessível, destacando os aspectos pitorescos e risíveis dos personagens, mas sem chegar a uma análise profunda dos problemas e das pessoas, Monteiro Lobato denuncia o descaso oficial para com a agricultura nacional, abandonando o trabalhador da roça à própria sorte, à miséria e à ignorância. &quot;URUPÊS&quot; O livro é composto por 13 contos e 1 artigo, que mostram a vida cotidiana e mundana do caboclo do interior do estado de São Paulo, através de suas crenças, costumes e tradições. 
A crônica que dá título ao livro, Urupês, traz uma visão depreciativa do caboclo brasileiro, o “fazedor de desertos”, estereótipo contrário à visão romântica. Temos a figura do anti-herói Jeca Tatu [uma versão de expressão caipira do ser brasileiro interiorano ]. Na verdade, Monteiro Lobato usou de forma bela a cultura regional inserindo uma abordagem inovadora na literatura brasileira para representar o perfil de homem rural muito comum no Brasil nessa época. Entre 1920 e 1940, fez uso da literatura em prol de causas nacionalistas. 
Defendia o desenvolvimento industrial e energético brasileiro, uma vez que nossa terra era tão rica em matéria-prima para a indústria e o petróleo poderia ser descoberto em abundância. Entretanto, aos poucos percebeu como era difícil lutar contra as forças que patrocinavam o atraso industrial brasileiro. 
Em &quot;CIDADES MORTAS&quot; (1919), MONTEIRO LOBATO descreve a pobreza do caboclo nos vilarejos decadentes do Vale do Paraíba Paulista. 
O que o diferenciava dos demais escritores era a sabedoria de criar obras com emoção, de forma simples e colorida, na qual o elemento principal para dá sentido a suas histórias era o aspecto de vivência. 
Assim sendo, Lobato em suas criações partia das experiências aproveitando de forma criativa as narrativas fabulosas das lendas e mitos regionais dando-lhes vidas e levando-lhes para a realidade. Em 1921, Monteiro Lobato conseguiu este marco na história da literatura brasileira, quando lançou a história de Lúcia ou “a menina do narizinho arrebitado”, sua primeira obra totalmente voltada para o público infantil. “ 
A contribuição de Monteiro Lobato para a literatura e, sequencialmente, para educação é que vários livros voltam-se para a PREOCUPAÇÃO DIDÁTICA de suas obras, tais como: Historia do Mundo para Crianças (1933), Geografia de Dona Benta (1935) e Aritmética de Emília (1935). 

Contudo, é importante ressaltar que mesmo com esse fim pedagógico, tais obras não perderam o estilo encantador e maravilhoso. 

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 12:</p>
<p>É inegável a contribuição de Monteiro Lobato para a literatura brasileira, pois ele fez surgir um novo estilo literário no Brasil baseado num aspecto ideológico, no qual sua disseminação foi extremamente relevante para a literatura brasileira. O mais interessante é a roupagem dada por ele às suas obras, em especial, pela autovalorização regional que empregara em suas criações.<br />
 MONTEIRO LOBATO Livros de contos: Urupês (1918); Cidades mortas (1919); Negrinha (1920) Com uma linguagem acessível, destacando os aspectos pitorescos e risíveis dos personagens, mas sem chegar a uma análise profunda dos problemas e das pessoas, Monteiro Lobato denuncia o descaso oficial para com a agricultura nacional, abandonando o trabalhador da roça à própria sorte, à miséria e à ignorância. &#8220;URUPÊS&#8221; O livro é composto por 13 contos e 1 artigo, que mostram a vida cotidiana e mundana do caboclo do interior do estado de São Paulo, através de suas crenças, costumes e tradições.<br />
A crônica que dá título ao livro, Urupês, traz uma visão depreciativa do caboclo brasileiro, o “fazedor de desertos”, estereótipo contrário à visão romântica. Temos a figura do anti-herói Jeca Tatu [uma versão de expressão caipira do ser brasileiro interiorano ]. Na verdade, Monteiro Lobato usou de forma bela a cultura regional inserindo uma abordagem inovadora na literatura brasileira para representar o perfil de homem rural muito comum no Brasil nessa época. Entre 1920 e 1940, fez uso da literatura em prol de causas nacionalistas.<br />
Defendia o desenvolvimento industrial e energético brasileiro, uma vez que nossa terra era tão rica em matéria-prima para a indústria e o petróleo poderia ser descoberto em abundância. Entretanto, aos poucos percebeu como era difícil lutar contra as forças que patrocinavam o atraso industrial brasileiro.<br />
Em &#8220;CIDADES MORTAS&#8221; (1919), MONTEIRO LOBATO descreve a pobreza do caboclo nos vilarejos decadentes do Vale do Paraíba Paulista.<br />
O que o diferenciava dos demais escritores era a sabedoria de criar obras com emoção, de forma simples e colorida, na qual o elemento principal para dá sentido a suas histórias era o aspecto de vivência.<br />
Assim sendo, Lobato em suas criações partia das experiências aproveitando de forma criativa as narrativas fabulosas das lendas e mitos regionais dando-lhes vidas e levando-lhes para a realidade. Em 1921, Monteiro Lobato conseguiu este marco na história da literatura brasileira, quando lançou a história de Lúcia ou “a menina do narizinho arrebitado”, sua primeira obra totalmente voltada para o público infantil. “<br />
A contribuição de Monteiro Lobato para a literatura e, sequencialmente, para educação é que vários livros voltam-se para a PREOCUPAÇÃO DIDÁTICA de suas obras, tais como: Historia do Mundo para Crianças (1933), Geografia de Dona Benta (1935) e Aritmética de Emília (1935). </p>
<p>Contudo, é importante ressaltar que mesmo com esse fim pedagógico, tais obras não perderam o estilo encantador e maravilhoso. </p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1951</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:35:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 8:

O Pré-modernismo não foi propriamente uma escola literária. Não houve manifesto em jornais nem grupo de autores em torno de uma proposta una ou de um ideário. O nome, com o tempo, passou a designar a produção literária do Brasil nas duas primeiras décadas do século XX. Sabia? Teve início com a publicação de Os Sertões em 1902 e se estende até 1922, com a realização da Semana de Arte Moderna. 
O PRÉ-MODERNISMO surgiu numa época de mudanças A passagem da monarquia para a república, no final do século XIX, foi um período de muita agitação nacional. A libertação dos escravos em 1888 fora o golpe fatal na monarquia. No ano seguinte, o golpe militar do dia 15 de novembro, liderado pelo marechal Deodoro da Fonseca, proclamou a República. O novo regime trazia a promessa de uma organização de homens livres e iguais perante a lei. As eleições democráticas dariam a todos o direito político de escolher seus dirigentes, e o trabalho livre traria salários. Eram mudanças radicais, que pareciam acabar com antigos privilégios. Já se esperava um levante monarquista. Mas nunca de um grupo de desvalidos... Canudos representou o imprevisto. Para o governo, o nordeste só poderia se beneficiar com a nova ordem. No entanto, em pleno sertão, homens lutavam até a morte em nome dessa rejeição. O desconhecido sertão Até o início da guerra, as elites do litoral e do sul ignoravam o que fosse o sertão: uma estranha pátria sem dono, abandonada pelas leis e instituições, vivendo sob o jugo da terra e dos latifundiários. Para compreender a revolta era necessário que o sertão viesse à tona, numa nova tradução. Foi essa a grande proeza do jornalista e engenheiro militar Euclides da Cunha, ao publicar seu livro &quot;Os Sertões&quot;, em 1902. 
ATENTE! Passávamos por expressivas mudanças em diversas áreas. O poder estava consolidado nas mãos das oligarquias rurais de MG e SP, que constituíam, a base da política do “café-comleite”. Começavam a chegar ao Brasil significativas levas de imigrantes, que seriam a mão-de-obra nas lavouras de café, substituindo a mão-de-obra escrava. Algumas revoltas de cunho popular – Guerra de Canudos, Guerra do Contestado, Revolta da Chibata e outras – e algumas greves operárias ocorridas no eixo Rio-São Paulo assustavam a classe conservadora e criavam um clima de questionamento sobre a realidade brasileira. ALERTA! --- o INTERESSE PELA REALIDADE BRASILEIRA, pelo dia-a-dia dos brasileiros, trazendo obras de CARÁTER SOCIAL, com uma análise sobre essa realidade, algo diferente do que era apresentado. = OS SERTÕES (romance, 1902), de Euclides da Cunha.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 8:</p>
<p>O Pré-modernismo não foi propriamente uma escola literária. Não houve manifesto em jornais nem grupo de autores em torno de uma proposta una ou de um ideário. O nome, com o tempo, passou a designar a produção literária do Brasil nas duas primeiras décadas do século XX. Sabia? Teve início com a publicação de Os Sertões em 1902 e se estende até 1922, com a realização da Semana de Arte Moderna.<br />
O PRÉ-MODERNISMO surgiu numa época de mudanças A passagem da monarquia para a república, no final do século XIX, foi um período de muita agitação nacional. A libertação dos escravos em 1888 fora o golpe fatal na monarquia. No ano seguinte, o golpe militar do dia 15 de novembro, liderado pelo marechal Deodoro da Fonseca, proclamou a República. O novo regime trazia a promessa de uma organização de homens livres e iguais perante a lei. As eleições democráticas dariam a todos o direito político de escolher seus dirigentes, e o trabalho livre traria salários. Eram mudanças radicais, que pareciam acabar com antigos privilégios. Já se esperava um levante monarquista. Mas nunca de um grupo de desvalidos&#8230; Canudos representou o imprevisto. Para o governo, o nordeste só poderia se beneficiar com a nova ordem. No entanto, em pleno sertão, homens lutavam até a morte em nome dessa rejeição. O desconhecido sertão Até o início da guerra, as elites do litoral e do sul ignoravam o que fosse o sertão: uma estranha pátria sem dono, abandonada pelas leis e instituições, vivendo sob o jugo da terra e dos latifundiários. Para compreender a revolta era necessário que o sertão viesse à tona, numa nova tradução. Foi essa a grande proeza do jornalista e engenheiro militar Euclides da Cunha, ao publicar seu livro &#8220;Os Sertões&#8221;, em 1902.<br />
ATENTE! Passávamos por expressivas mudanças em diversas áreas. O poder estava consolidado nas mãos das oligarquias rurais de MG e SP, que constituíam, a base da política do “café-comleite”. Começavam a chegar ao Brasil significativas levas de imigrantes, que seriam a mão-de-obra nas lavouras de café, substituindo a mão-de-obra escrava. Algumas revoltas de cunho popular – Guerra de Canudos, Guerra do Contestado, Revolta da Chibata e outras – e algumas greves operárias ocorridas no eixo Rio-São Paulo assustavam a classe conservadora e criavam um clima de questionamento sobre a realidade brasileira. ALERTA! &#8212; o INTERESSE PELA REALIDADE BRASILEIRA, pelo dia-a-dia dos brasileiros, trazendo obras de CARÁTER SOCIAL, com uma análise sobre essa realidade, algo diferente do que era apresentado. = OS SERTÕES (romance, 1902), de Euclides da Cunha.</p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1950</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:31:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 13:

Augusto dos Anjos foi um poeta brasileiro, identificado muitas vezes como simbolista ou parnasiano. Todavia, muitos críticos, como o poeta Ferreira Gullar, preferem identificá-lo como PRÉ-MODERNISTA, pois são encontradas características nitidamente expressionistas em seus poemas. É conhecido como um dos poetas mais críticos do seu tempo, e até hoje sua obra é admirada tanto por leigos como por críticos literários. Outra característica da obra de Augusto dos Anjos é a incorporação de vocabulário científico a poesia. O Deus Verme Factor universal do transformismo. Filho da teleológica matéria, Na superabundância ou na miséria, Verme — é o seu nome obscuro de batismo. Jamais emprega o acérrimo exorcismo Em sua diária ocupação funérea, E vive em contubérnio com a bactéria, Livre das roupas do antropomorfismo. Almoça a podridão das drupas agras, Janta hidrópicos, rói vísceras magras E dos defuntos novos incha a mão... Ah! Para ele é que a carne podre fica, E no inventário da matéria rica Cabe aos seus filhos a maior porção! Este e outros para leitura Veja! Por exemplo, a palavra &quot;teleológica&quot; é do vocabulário filosófico-científico. Relaciona-se à Teleologia, que se refere ao pensamento que identifica a presença de metas, fins ou objetivos últimos guiando a natureza e a humanidade, considerando a finalidade como o princípio explicativo fundamental na organização e nas transformações de todos os seres da realidade. Outro exemplo: &quot;bactéria&quot;, que é um microrganismo unicelular, palavra muito comum no discurso da ciência, nomeadamente da Biologia. &quot;Hidrópicos&quot;, que se relaciona à hidropsia, um termo ligado à patologia; também é mais comum no discurso científico do que em poemas. A morte é tratada do ponto de vista biológico, científico, objetivo, no poema. Do ponto de vista biológico, conforme o poema, todas as pessoas morrem, e são destinadas ao trabalho dos vermes. É nesse sentido que o título do poema é &quot;deus verme&quot;. Foi conhecido também como o “Poeta da morte”.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 13:</p>
<p>Augusto dos Anjos foi um poeta brasileiro, identificado muitas vezes como simbolista ou parnasiano. Todavia, muitos críticos, como o poeta Ferreira Gullar, preferem identificá-lo como PRÉ-MODERNISTA, pois são encontradas características nitidamente expressionistas em seus poemas. É conhecido como um dos poetas mais críticos do seu tempo, e até hoje sua obra é admirada tanto por leigos como por críticos literários. Outra característica da obra de Augusto dos Anjos é a incorporação de vocabulário científico a poesia. O Deus Verme Factor universal do transformismo. Filho da teleológica matéria, Na superabundância ou na miséria, Verme — é o seu nome obscuro de batismo. Jamais emprega o acérrimo exorcismo Em sua diária ocupação funérea, E vive em contubérnio com a bactéria, Livre das roupas do antropomorfismo. Almoça a podridão das drupas agras, Janta hidrópicos, rói vísceras magras E dos defuntos novos incha a mão&#8230; Ah! Para ele é que a carne podre fica, E no inventário da matéria rica Cabe aos seus filhos a maior porção! Este e outros para leitura Veja! Por exemplo, a palavra &#8220;teleológica&#8221; é do vocabulário filosófico-científico. Relaciona-se à Teleologia, que se refere ao pensamento que identifica a presença de metas, fins ou objetivos últimos guiando a natureza e a humanidade, considerando a finalidade como o princípio explicativo fundamental na organização e nas transformações de todos os seres da realidade. Outro exemplo: &#8220;bactéria&#8221;, que é um microrganismo unicelular, palavra muito comum no discurso da ciência, nomeadamente da Biologia. &#8220;Hidrópicos&#8221;, que se relaciona à hidropsia, um termo ligado à patologia; também é mais comum no discurso científico do que em poemas. A morte é tratada do ponto de vista biológico, científico, objetivo, no poema. Do ponto de vista biológico, conforme o poema, todas as pessoas morrem, e são destinadas ao trabalho dos vermes. É nesse sentido que o título do poema é &#8220;deus verme&#8221;. Foi conhecido também como o “Poeta da morte”.</p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1949</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:29:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 7:

SIMBOLISMO É um fenômeno estético-literário que se destaca na segunda metade do século XIX, porém que se irradia pelo começo do século XX, até o grande marco do modernismo, em 1922. Caracterizou-se pela vasta aplicação de recursos das artes plásticas em geral, das quais se aproxima como gênero, como por exemplo, a musicalidade com a qual se preocupavam os poetas na utilização de recursos linguísticos. Vale registrar que o poeta simbolista é fruto do seu momento histórico e, assim, espelha o mal-estar diante do processo contraditório de nossa urbanização e de nosso desenvolvimento econômico, principalmente após diversos fatos históricos em cadeia. CARACTERÍSTICAS SIMBOLISTAS a) Subjetivismo e teorias que se voltam ao mundo interior; b) Antimaterialismo, anti-racionalismo em oposição ao positivismo; c) Misticismo, religiosidade, valorização do espiritual para se chegar à paz interior; d) Pessimismo, dor de existir; e) Desejo de transcendência, de integração cósmica, deixando a matéria e libertando o espírito; f) Interesse pelo noturno, pelo mistério e pela morte, assim como momentos de transição como o amanhecer e o crepúsculo; Interesse pela exploração das zonas desconhecidas da mente humana (o inconsciente e o subconsciente) e pela loucura. Emprego de maiúsculas alegorizantes e de reticências ===&gt; sugerindo o vago e o indefinido. Para as Estrelas de cristais gelados as ânsias e os desejos vão subindo, galgando azuis e siderais noivados de nuvens brancas a amplidão vestindo... [Cruz e Sousa] No meio do texto sem que haja alguma razão gramatical para o seu uso. Elas são usadas para enfatizar as palavras: Indefiníveis músicas supremas Harmonias da Cor e do Perfume Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume [Cruz e Sousa] Derrama luz e cânticos e poemas No verso e torna-o musical e doce Como se o coração, nessas supremas Estrofes, puro e diluído fosse. [Cruz e Sousa] O poema &quot;Antífona&quot; tem seu título extraído da LITURGIA CATÓLICA, termo que significa cântico acompanhado por um coro. Esse poema condensa várias características do Simbolismo. Trata-se de um poema estruturado em 11 estrofes, cada uma com quatro versos, todos com dez sílabas (decassílabos) e rimados: Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas!... Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas... Incensos dos turíbulos das aras... Formas de Amor, constelarmente puras, De Virgens e de Santas vaporosas... Brilhos errantes, mádidas frescuras E dolências de lírios e de rosas... Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume... Visões, salmos e cânticos serenos, Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes... Dormências de volúpicos venenos Sutis e suaves, mórbidos, radiantes... São raras as obras em prosa e, ainda assim, refletem um lirismo bastante acentuado. Uma das obras em prosa mais importantes é &quot;Mocidade Morta&quot;, de Gonzaga Duque. Também Cruz e Souza escreveu em prosa as obras &quot;Missal&quot; e &quot;Evocações&quot;. ]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 7:</p>
<p>SIMBOLISMO É um fenômeno estético-literário que se destaca na segunda metade do século XIX, porém que se irradia pelo começo do século XX, até o grande marco do modernismo, em 1922. Caracterizou-se pela vasta aplicação de recursos das artes plásticas em geral, das quais se aproxima como gênero, como por exemplo, a musicalidade com a qual se preocupavam os poetas na utilização de recursos linguísticos. Vale registrar que o poeta simbolista é fruto do seu momento histórico e, assim, espelha o mal-estar diante do processo contraditório de nossa urbanização e de nosso desenvolvimento econômico, principalmente após diversos fatos históricos em cadeia. CARACTERÍSTICAS SIMBOLISTAS a) Subjetivismo e teorias que se voltam ao mundo interior; b) Antimaterialismo, anti-racionalismo em oposição ao positivismo; c) Misticismo, religiosidade, valorização do espiritual para se chegar à paz interior; d) Pessimismo, dor de existir; e) Desejo de transcendência, de integração cósmica, deixando a matéria e libertando o espírito; f) Interesse pelo noturno, pelo mistério e pela morte, assim como momentos de transição como o amanhecer e o crepúsculo; Interesse pela exploração das zonas desconhecidas da mente humana (o inconsciente e o subconsciente) e pela loucura. Emprego de maiúsculas alegorizantes e de reticências ===> sugerindo o vago e o indefinido. Para as Estrelas de cristais gelados as ânsias e os desejos vão subindo, galgando azuis e siderais noivados de nuvens brancas a amplidão vestindo&#8230; [Cruz e Sousa] No meio do texto sem que haja alguma razão gramatical para o seu uso. Elas são usadas para enfatizar as palavras: Indefiníveis músicas supremas Harmonias da Cor e do Perfume Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume [Cruz e Sousa] Derrama luz e cânticos e poemas No verso e torna-o musical e doce Como se o coração, nessas supremas Estrofes, puro e diluído fosse. [Cruz e Sousa] O poema &#8220;Antífona&#8221; tem seu título extraído da LITURGIA CATÓLICA, termo que significa cântico acompanhado por um coro. Esse poema condensa várias características do Simbolismo. Trata-se de um poema estruturado em 11 estrofes, cada uma com quatro versos, todos com dez sílabas (decassílabos) e rimados: Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas!&#8230; Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas&#8230; Incensos dos turíbulos das aras&#8230; Formas de Amor, constelarmente puras, De Virgens e de Santas vaporosas&#8230; Brilhos errantes, mádidas frescuras E dolências de lírios e de rosas&#8230; Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume&#8230; Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume&#8230; Visões, salmos e cânticos serenos, Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes&#8230; Dormências de volúpicos venenos Sutis e suaves, mórbidos, radiantes&#8230; São raras as obras em prosa e, ainda assim, refletem um lirismo bastante acentuado. Uma das obras em prosa mais importantes é &#8220;Mocidade Morta&#8221;, de Gonzaga Duque. Também Cruz e Souza escreveu em prosa as obras &#8220;Missal&#8221; e &#8220;Evocações&#8221;. </p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1947</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:27:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 6:

o Parnasianismo foi um movimento literário essencialmente poético. ==== Características do Parnasianismo ===== - Objetividade no tratamento dos temas abordados. O escritor parnasiano trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a emoção; - Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos; - Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por sua beleza em si e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético; - O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas; - Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto; - Temas da mitologia grega e da cultura clássica são muito frequentes nas poesias parnasianas; - Preferência pelos sonetos [estrutura: 4 - 4 - 3 - 3]; - Valorização da metrificação ( o mesmo número de sílabas poéticas é usado em cada verso); - Uso e valorização da descrição das cenas e objetos. ALERTA! A preocupação exagerada com o poema, tratando-o como produto concreto, final, acabado em que se deposita toda a importância; o afã na construção do objeto, deixando de lado o conteúdo, o sentimento poético, tudo isso parece um reflexo do processo de produção mecânica acelerada em que a época vivia, transformando até o próprio homem em mais um objeto de consumo. O poeta é um ourives, um escultor, um carpinteiro, e a sua obra, o seu poema é também um produto material, como qualquer outro, onde o que importa não é o sentimento, mas sim a técnica, a capacidade artesanal do criador devidamente associada a seu esforço. POETAS PARNASIANOS tríade parnasiana: Olavo Bilac / Alberto de Oliveira / Raimundo Correia OLAVO BILAC: características -- rigidez métrica -- luta pela perfeição formal -- desvios na objetividade parnasiana: temas subjetivos como o amor (seja o erótico, seja o platônico) -- nacionalismo. ALBERTO DE OLIVEIRA -- excessiva preocupação formal -- gosto pelo preciosismo 1 Requintada afetação no falar e no escrever, à maneira do que se usou na França no século XVII. 2 Expressão rebuscada que se usa em detrimento da naturalidade. -- sintaxe rebuscada RAIMUNDO CORREIA -- recursos visuais (plásticos) + sonoros na confecção dos versos -- tentativa filosófica na poesia em geral.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 6:</p>
<p>o Parnasianismo foi um movimento literário essencialmente poético. ==== Características do Parnasianismo ===== &#8211; Objetividade no tratamento dos temas abordados. O escritor parnasiano trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a emoção; &#8211; Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos; &#8211; Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por sua beleza em si e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético; &#8211; O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas; &#8211; Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto; &#8211; Temas da mitologia grega e da cultura clássica são muito frequentes nas poesias parnasianas; &#8211; Preferência pelos sonetos [estrutura: 4 &#8211; 4 &#8211; 3 &#8211; 3]; &#8211; Valorização da metrificação ( o mesmo número de sílabas poéticas é usado em cada verso); &#8211; Uso e valorização da descrição das cenas e objetos. ALERTA! A preocupação exagerada com o poema, tratando-o como produto concreto, final, acabado em que se deposita toda a importância; o afã na construção do objeto, deixando de lado o conteúdo, o sentimento poético, tudo isso parece um reflexo do processo de produção mecânica acelerada em que a época vivia, transformando até o próprio homem em mais um objeto de consumo. O poeta é um ourives, um escultor, um carpinteiro, e a sua obra, o seu poema é também um produto material, como qualquer outro, onde o que importa não é o sentimento, mas sim a técnica, a capacidade artesanal do criador devidamente associada a seu esforço. POETAS PARNASIANOS tríade parnasiana: Olavo Bilac / Alberto de Oliveira / Raimundo Correia OLAVO BILAC: características &#8212; rigidez métrica &#8212; luta pela perfeição formal &#8212; desvios na objetividade parnasiana: temas subjetivos como o amor (seja o erótico, seja o platônico) &#8212; nacionalismo. ALBERTO DE OLIVEIRA &#8212; excessiva preocupação formal &#8212; gosto pelo preciosismo 1 Requintada afetação no falar e no escrever, à maneira do que se usou na França no século XVII. 2 Expressão rebuscada que se usa em detrimento da naturalidade. &#8212; sintaxe rebuscada RAIMUNDO CORREIA &#8212; recursos visuais (plásticos) + sonoros na confecção dos versos &#8212; tentativa filosófica na poesia em geral.</p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1946</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:26:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 5:

Sim, O CORTIÇO, de Aluísio de Azevedo, é obra naturalista. Por quê? AMBIENTE: um cortiço, habitação coletiva PERSONAGENS: comportamento com base na influência do meio, da raça e do momento histórico. O narrador chega a comparar o cortiço a uma estrutura biológica (floresta), um organismo vivo que cresce e se desenvolve, aumentando as forças daninhas e determinando o caráter moral de quem habita seu interior.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 5:</p>
<p>Sim, O CORTIÇO, de Aluísio de Azevedo, é obra naturalista. Por quê? AMBIENTE: um cortiço, habitação coletiva PERSONAGENS: comportamento com base na influência do meio, da raça e do momento histórico. O narrador chega a comparar o cortiço a uma estrutura biológica (floresta), um organismo vivo que cresce e se desenvolve, aumentando as forças daninhas e determinando o caráter moral de quem habita seu interior.</p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1945</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 17:25:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 4:

Os naturalistas abordam a existência humana de forma materialista. O homem é encarado como produto biológico passando a agir de acordo com seus instintos, chegando a ser comparado com os animais (ZOOMORFIZAÇÃO). Desta forma, o homem é desprovido do livre-arbítrio, ou seja, o homem é uma máquina guiada por vários fatores: leis físicas e químicas, hereditariedade e meio social, além de estar sempre à mercê de forças que nem sempre consegue controlar. Para os naturalistas, o homem é um brinquedo nas mãos do destino e deve ser estudado cientificamente. CARACTERÍSTICAS que devem ser observadas: -- cientificismo exagerado ===&gt; transformou o homem e a sociedade em objetos de experiências. -- descrições minuciosas -- linguagem simples -- preferência por temas como miséria, adultério, crimes, problemas sociais, taras sexuais,... -- exploração de temas patológicos traduz a vontade de analisar todas as podridões sociais e humanas sem se preocupar com a reação do público. ATENTE! Ao analisar os problemas sociais, o naturalista mostra uma vontade de reformar a sociedade, ou seja, denunciar estes problemas, era uma forma de tentar reformar a sociedade.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 4:</p>
<p>Os naturalistas abordam a existência humana de forma materialista. O homem é encarado como produto biológico passando a agir de acordo com seus instintos, chegando a ser comparado com os animais (ZOOMORFIZAÇÃO). Desta forma, o homem é desprovido do livre-arbítrio, ou seja, o homem é uma máquina guiada por vários fatores: leis físicas e químicas, hereditariedade e meio social, além de estar sempre à mercê de forças que nem sempre consegue controlar. Para os naturalistas, o homem é um brinquedo nas mãos do destino e deve ser estudado cientificamente. CARACTERÍSTICAS que devem ser observadas: &#8212; cientificismo exagerado ===> transformou o homem e a sociedade em objetos de experiências. &#8212; descrições minuciosas &#8212; linguagem simples &#8212; preferência por temas como miséria, adultério, crimes, problemas sociais, taras sexuais,&#8230; &#8212; exploração de temas patológicos traduz a vontade de analisar todas as podridões sociais e humanas sem se preocupar com a reação do público. ATENTE! Ao analisar os problemas sociais, o naturalista mostra uma vontade de reformar a sociedade, ou seja, denunciar estes problemas, era uma forma de tentar reformar a sociedade.</p>
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		<title>Por: CristianoDenison</title>
		<link>http://www.professoronline.net/literatura-duvidas-para-responder-as-questoes-da-prova/comment-page-1/#comment-1944</link>
		<dc:creator><![CDATA[CristianoDenison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 15:42:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Questão 2:

MACHADO DE ASSIS REALISTA

Características = questões psicológicas das personagens = faz uma análise profunda realista do ser humano, destacando suas vontades, necessidades, defeitos e qualidades DOM CASMURRO A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance psicológico, narrado em 1ª pessoa por Bentinho, o que permite manter questões sem elucidação até o final, já que a história conta apenas com a perspectiva subjetiva de Bentinho.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Questão 2:</p>
<p>MACHADO DE ASSIS REALISTA</p>
<p>Características = questões psicológicas das personagens = faz uma análise profunda realista do ser humano, destacando suas vontades, necessidades, defeitos e qualidades DOM CASMURRO A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance psicológico, narrado em 1ª pessoa por Bentinho, o que permite manter questões sem elucidação até o final, já que a história conta apenas com a perspectiva subjetiva de Bentinho.</p>
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