<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Professores Online &#187; Joaocpa</title>
	<atom:link href="http://www.professoronline.net/profile/joaocpa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.professoronline.net</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Jun 2024 14:08:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>ATIVIDADES SOBRE O ROMANTISMO A MORENINHA</title>
		<link>http://www.professoronline.net/atividades-sobre-o-romantismo-a-moreninha/</link>
		<comments>http://www.professoronline.net/atividades-sobre-o-romantismo-a-moreninha/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 20:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Joaocpa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[a]]></category>
		<category><![CDATA[atividades]]></category>
		<category><![CDATA[moreninha]]></category>
		<category><![CDATA[o]]></category>
		<category><![CDATA[romantismo]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[A Moreninha Joaquim Manoel de Macedo &#8211; [&#8230;] mas venha cá sr. Augusto, então como é isto? &#8230; estás realmente apaixonado? &#8211; Quem te disse semelhante asneira? &#8230; &#8211; Há três dias que não falas senão da irmã de Filipe e &#8230; &#8211; Ora, viva! quero divertir-me&#8230; digo-te que a acho feia, não é lá [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Moreninha<br />
Joaquim Manoel de Macedo</p>
<p>     &#8211; [&#8230;] mas venha cá sr. Augusto, então como é isto? &#8230; estás realmente apaixonado?<br />
     &#8211; Quem te disse semelhante asneira? &#8230;<br />
     &#8211; Há três dias que não falas senão da irmã de Filipe e &#8230;<br />
     &#8211; Ora, viva! quero divertir-me&#8230; digo-te que a acho feia, não é lá essas coisas; parece ter mau gênio. Realmente notei-lhe muitos defeitos&#8230; sim&#8230; mas, às vezes&#8230; Olha, Leopoldo, quando ela fala ou mesmo quando está calada, ainda melhor; quando ela dança ou mesmo quando está sentada&#8230; há! ela rindo-se&#8230; e até mesmo séria&#8230; quando ela canto ou toca ou brinca ou corre, com os cabelos à négligé, ou divididos em belas tranças; quando&#8230; Para de dizer mais? Sempre, Leopoldo, sempre ela é bela, formosa, encantadora, angélica!<br />
     &#8211; Então, que história é essa? Acabas divinizando a mesma pessoa que, principiando, chamas-te feia?&#8230;<br />
     &#8211; Pois eu disse que ela era Feia? É verdade que eu&#8230; no princípio&#8230; Mas depois&#8230; Ora! estou com dores de cabeça, este maldito Velpeau!&#8230; Que lição temos amanhã?<br />
     &#8211; Tratar-se-á das representações de&#8230;<br />
     &#8211; Temos maçada! Quem te perguntou por isso agora? Falemos de d. Carolina, do baile, do&#8230;<br />
     &#8211; Eis aí outra! Não acabaste de perguntar-me qual era a lição de amanhã?<br />
     &#8211; Não é a tua cabeça, Augusto, é o teu coração. Houve um momento de silêncio. Augusto abriu um livro e fechou-o logo; depois tomou rapé, passeou pelo quarto duas ou três vezes e, finalmente, veio de novo sentar junto de Leopoldo.<br />
     &#8211; É verdade, disse; não é a minha cabeça: a causa está no coração. Leopoldo, tenho tido pejo de te confessar, porém não posso mais esconder estes sentimentos que eu penso que são segredos e que todo o mundo mos lê nos olhos! Leopoldo, aquele menina que aborreci no primeiro instante, que julguei insuportável e logo depois espirituosa, que daí a algumas horas comecei a achar bonita, no curto trato de um dia, ou melhor ainda, em alguns minutos de uma cena de amor e piedade, em que a vi de joelhos banhando os pés de sua ama, plantou no meu coração um domínio forte, um sentimento filho da admiração, talvez, mas, sentimento que é novo para mim, que não sei como o chame, porque o amor é um nome muito frio para que o pudesse exprimir!&#8230; Eu já não me conheço&#8230; não sei onde irá isto parar&#8230; Eu amo! ardo! morro!<br />
     &#8211; Modera-te, Augusto; acalma-te; não é graça; olha que estás vermelho como um pimentão. 1.Atividade:</p>
<p>01.No texto lido predomina o diálogo. Que contradições Leopoldo identifica na fala de Augusto?</p>
<p>02.Releia o quarto parágrafo do texto.<br />
a) Que relação a conjunção ou estabelece entre as orações?</p>
<p>b) Por que há tantas ocorrências dessa conjunção nessa fala de Augusto?</p>
<p>03.Explique o comportamento romântico de Augusto a partir desta análise feita por Leopoldo:<br />
     &#8211; Não é tua cabeça, Augusto, é o teu coração. (linha 34)</p>
<p>04.Identifique no diálogo traços de linguagem que indicam a proximidade e intimidade fraternal entre Leopoldo e Augusto.</p>
<p>05.No texto há mais de vinte reticências e mais de dez pontos de exclamação. Explique o efeito de sentido que o autor busca utilizando essa pontuação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.professoronline.net/atividades-sobre-o-romantismo-a-moreninha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
