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	<title>Professores Online &#187; Paivalua</title>
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		<title>Interpretação do Poema Nudez</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Dec 2015 18:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paivalua]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[do]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
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		<description><![CDATA[Nudez Não cantarei amores que não tenho, e, quando tive, nunca celebrei. Não cantarei o riso que não rira e que, se risse, ofertaria a pobres. Minha matéria é o nada. Jamais ousei cantar algo de vida: se o canto sai da boca ensimesmada, é porque a brisa o trouxe, e o leva a brisa, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nudez<br />
Não cantarei amores que não tenho, e, quando tive, nunca celebrei.<br />
Não cantarei o riso que não rira<br />
e que, se risse, ofertaria a pobres. Minha matéria é o nada.<br />
Jamais ousei cantar algo de vida:<br />
se o canto sai da boca ensimesmada,<br />
é porque a brisa o trouxe, e o leva a brisa,<br />
nem sabe a planta o vento que a visita.<br />
(Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro, Record, 1986)<br />
3.Considere estas palavras do texto: riso (v.3), canto (v.7), planta (v.9) e visita (v.9)<br />
a) As palavras canto, planta e visita, dependendo do contexto, podem ser nomes (substantivos) ou formas verbais.<br />
Nos versos em que ocorrem, como se classificam?<br />
b) Escreva frases em que cada uma dessas três palavras funcione como um nome, se no texto ela for verbo, ou vice- versa.<br />
C) A palavra riso também pode ter esse duplo papel gramatical? Por quê?</p>
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