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	<title>Professores Online &#187; Pati Morena</title>
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		<title>A BARATA E O RATO UMA FÁBULA MILLÔR FERNANDES</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2015 18:08:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pati Morena]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>COMO RESCREVER A HISTÓRIA DO PONTO DE VISTA DA BARATA??<br />
Era uma dessas baratinhas brancas e nojentas, acostumadas a só imundície e ao monturo, comendo calmamente sua refeiçãozinha composta de um pedaço de batata pobre. Chegou junto dela um rato transmissor de peste bubônica e lhe disse:<br />
&#8211; “Comadre, ontem tive uma aventura extraordinária. Estive num lugar realmente maravilhoso, como você, comadre, decerto jamais encontrará em toda sua vida”. Barata comendo.<br />
&#8211; “O lugar era uma coisa que realmente me deixou de boca aberta”, prosseguiu o rato, “tão espantoso, tão diferente de tudo que tenho visto em minha vida roedora”. Barata comendo.<br />
&#8211; “Imagine você”, prosseguiu o rato, “que descobri o lugar por acaso. Vou indo numa das cavidades subterrâneas por onde passeio sempre, entrando aqui e ali, numa casa e outra, quando de repente percebo uma galleria que não conheço. Meto-me nela, um pouco amedrontado por não saber onde vai dar, e de repente saio numa cozinha impressionante. O chão, limpo que nem espelho! Os espelhos, de um brilho de cegar! As panelas polidas como você não pode imaginar! O fogão, que nem um brinco! As paredes, sem uma mancha! O teto, claro é branco como se tivesse sido acabado de pintar! Os armários tão arrumados que estavam ate perfumados! Poeira em nenhuma parte, umidade inexistente, lixo impossível de haver … “. </p>
<p>E foi aí que a barata não se conteve. Levou a mão à boca, num espasmo e protestou:<br />
&#8211; “Que mania! Que horror! Sempre vem contar essas histórias exatamente no momento em que a gente está comendo!” </p>
<p>Moral: Para o vírus, a penicilina é uma doença</p>
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