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	<title>Comentários sobre: TIPOS DE SUJEITO.. QUAL É A CERTA?</title>
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		<title>Por: kamilla.letras</title>
		<link>http://www.professoronline.net/tipos-de-sujeito-qual-e-a-certa/comment-page-1/#comment-2042</link>
		<dc:creator><![CDATA[kamilla.letras]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 15:58:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Veja como identificar corretamente o sujeito:

Eis aqui dois termos existentes em quase todas as orações - sujeito &amp; predicado. Mas como? Se aprendemos desde cedo que sujeito e predicado são termos ditos essenciais da oração?
 


Essenciais = Que não podem faltar; imprescindíveis.



Na verdade, apenas o predicado é termo essencial, pois podemos até encontrar orações sem qualquer sujeito. Contudo, sem predicado, jamais!
 


As orações que contêm ambos são as mais comuns. Já reparou?

“Rodolfo abriu o portão.”

Neste exemplo, temos sujeito simples - Rodolfo - (com um único núcleo). Note que o enunciado contido no predicado “abriu o portão” diz respeito a esse sujeito.



Pois bem, o sujeito pode ser um nome (como no nosso exemplo), um pronome pessoal ou qualquer equivalente a um substantivo.

Mais exemplos:

1) Nós não iremos à festa.
2) Tudo desabou de repente.



Sujeito simples e composto: A diferença entre eles é que , enquanto o primeiro possui somente um núcleo, o segundo possui mais de um, como no seguinte exemplo:

“Tudo e todos conspiram contra mim.”

- Não está visível - Existe, mas não posso determinar - Não existe! –

 


Às vezes, o sujeito não precisa estar assim, tão “na cara”, evidente, explícito. Pode vir oculto, mas existe e está bem vivo!

* Jogamos a tarde toda.

Note, no exemplo acima, que o sujeito “nós” está oculto (ou elíptico). Também é chamado de desinencial. Por quê? Veja que a desinência do verbo dá a pista de que, na verdade, trata-se da primeira pessoa do plural (nós jogamos).



Em alguns momentos, o sujeito existe mas, por alguma razão, não queremos mostrá-lo. Nem por dedução.

Acompanhe:

“Falaram mal de você.”.

Alguém certamente falou algo. Mas, quem? Não está claro, não há uma dica de quem seja este sujeito. Nesses casos, dizemos que o sujeito é indeterminado. Uma dica importante: Nestes casos, o verbo estará sempre na terceira pessoa do plural.



Um outro caso em que ocorre sujeito indeterminado é quando o verbo encontra-se na terceira pessoa do singular acompanhado do pronome “se”. Quer conferir?

“Devagar se vai ao longe.”

Quem vai devagar? Certamente, alguém. Mas, quem? Não sabemos. Dizemos que o pronome “se”, nesses casos, é índice de indeterminação do sujeito. Ah, agora sabemos o porquê.



Por último, vamos conversar sobre a inexistência do sujeito.
Nesse tipo de oração, a informação, o enunciado não se refere a nenhum sujeito. Ele (o enunciado) está completo em si.



Os verbos, nessas orações, são chamados de impessoais por não se referirem a ninguém. Este tipo de sujeito pode ocorrer nas seguintes situações:

1) Com verbos que apresentam os chamados fenômenos da natureza (amanhecer, anoitecer, fazer frio, chover, etc).

“Chove copiosamente.”

Você é capaz de me dizer “quem chove”? Claro que não? Simplesmente... chove!


2) Com o verbo haver significando existir.

“Há erro em sua resposta.”



3) Com o verbo ser como designativo de tempo.

“Era tarde.”



4) Com os verbos: andar, fazer, haver e ir na indicação de tempo decorrido.

“Fazia muito tempo que não nos víamos.”



5) Com algumas orações com conjugações pronominais impessoais.

“Trata-se de uma incrível coincidência.”

Agora você consegue fazer seu exercício.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Veja como identificar corretamente o sujeito:</p>
<p>Eis aqui dois termos existentes em quase todas as orações &#8211; sujeito &amp; predicado. Mas como? Se aprendemos desde cedo que sujeito e predicado são termos ditos essenciais da oração?</p>
<p>Essenciais = Que não podem faltar; imprescindíveis.</p>
<p>Na verdade, apenas o predicado é termo essencial, pois podemos até encontrar orações sem qualquer sujeito. Contudo, sem predicado, jamais!</p>
<p>As orações que contêm ambos são as mais comuns. Já reparou?</p>
<p>“Rodolfo abriu o portão.”</p>
<p>Neste exemplo, temos sujeito simples &#8211; Rodolfo &#8211; (com um único núcleo). Note que o enunciado contido no predicado “abriu o portão” diz respeito a esse sujeito.</p>
<p>Pois bem, o sujeito pode ser um nome (como no nosso exemplo), um pronome pessoal ou qualquer equivalente a um substantivo.</p>
<p>Mais exemplos:</p>
<p>1) Nós não iremos à festa.<br />
2) Tudo desabou de repente.</p>
<p>Sujeito simples e composto: A diferença entre eles é que , enquanto o primeiro possui somente um núcleo, o segundo possui mais de um, como no seguinte exemplo:</p>
<p>“Tudo e todos conspiram contra mim.”</p>
<p>&#8211; Não está visível &#8211; Existe, mas não posso determinar &#8211; Não existe! –</p>
<p>Às vezes, o sujeito não precisa estar assim, tão “na cara”, evidente, explícito. Pode vir oculto, mas existe e está bem vivo!</p>
<p>* Jogamos a tarde toda.</p>
<p>Note, no exemplo acima, que o sujeito “nós” está oculto (ou elíptico). Também é chamado de desinencial. Por quê? Veja que a desinência do verbo dá a pista de que, na verdade, trata-se da primeira pessoa do plural (nós jogamos).</p>
<p>Em alguns momentos, o sujeito existe mas, por alguma razão, não queremos mostrá-lo. Nem por dedução.</p>
<p>Acompanhe:</p>
<p>“Falaram mal de você.”.</p>
<p>Alguém certamente falou algo. Mas, quem? Não está claro, não há uma dica de quem seja este sujeito. Nesses casos, dizemos que o sujeito é indeterminado. Uma dica importante: Nestes casos, o verbo estará sempre na terceira pessoa do plural.</p>
<p>Um outro caso em que ocorre sujeito indeterminado é quando o verbo encontra-se na terceira pessoa do singular acompanhado do pronome “se”. Quer conferir?</p>
<p>“Devagar se vai ao longe.”</p>
<p>Quem vai devagar? Certamente, alguém. Mas, quem? Não sabemos. Dizemos que o pronome “se”, nesses casos, é índice de indeterminação do sujeito. Ah, agora sabemos o porquê.</p>
<p>Por último, vamos conversar sobre a inexistência do sujeito.<br />
Nesse tipo de oração, a informação, o enunciado não se refere a nenhum sujeito. Ele (o enunciado) está completo em si.</p>
<p>Os verbos, nessas orações, são chamados de impessoais por não se referirem a ninguém. Este tipo de sujeito pode ocorrer nas seguintes situações:</p>
<p>1) Com verbos que apresentam os chamados fenômenos da natureza (amanhecer, anoitecer, fazer frio, chover, etc).</p>
<p>“Chove copiosamente.”</p>
<p>Você é capaz de me dizer “quem chove”? Claro que não? Simplesmente&#8230; chove!</p>
<p>2) Com o verbo haver significando existir.</p>
<p>“Há erro em sua resposta.”</p>
<p>3) Com o verbo ser como designativo de tempo.</p>
<p>“Era tarde.”</p>
<p>4) Com os verbos: andar, fazer, haver e ir na indicação de tempo decorrido.</p>
<p>“Fazia muito tempo que não nos víamos.”</p>
<p>5) Com algumas orações com conjugações pronominais impessoais.</p>
<p>“Trata-se de uma incrível coincidência.”</p>
<p>Agora você consegue fazer seu exercício.</p>
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