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	<title>Comentários sobre: Duvida especifica sobre objeto direto</title>
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		<title>Por: kamilla.letras</title>
		<link>https://www.professoronline.net/duvida-especifica-sobre-objeto-direto/comment-page-1/#comment-2027</link>
		<dc:creator><![CDATA[kamilla.letras]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 14:27:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vejamos a frase enviada por você: &quot;Ele passa uma noite tranquila.&quot; =&gt; Observe que o sujeito dessa frase é o pronome pessoal &quot;ELE&quot;. =&gt; Observe que o verbo &quot;PASSAR&quot; pede um complemento para o seu significado (Ele passa o quê?) =&gt; Ele passa &quot;uma noite&quot;. Esse complemento &quot;uma noite&quot; liga-se diretamente ao verbo &quot;passar&quot; sem o auxílio de preposição. Quando isso acontece, temos um &quot;objeto direto&quot; (nessa frase, &quot;uma noite&quot;). =&gt; Observe, por último. a palavra &quot;tranquila&quot;. Agora, pense: a noite é que é &quot;tranquila&quot;, ou é a pessoa (= ele) que passa &quot;tranquilamente&quot; aquela noite? E, nesse caso, a reflexão seria: Como ele passa a noite? =&gt; Resposta: &quot;ele passa tranquilamente aquela noite&quot; =&gt; temos, aí, um caso de derivação imprópria, onde um adjetivo (= &quot;tranquila&quot;) assume a função de um &quot;advérbio (= tranquilamente). ATENÇÃO!! Você já ouviu falar em &quot;derivação imprópria&quot;? Dá-se esse nome à mudança de classe gramatical. Ou seja, a derivação imprópria ocorrerá todas as vezes em que as palavras mudarem sua classe gramatical original para outra, dependendo do contexto em que estiverem inseridas Exemplos! O jovem é muito ALTO. (alto = adjetivo) Como você fala ALTO! (alto = advérbio – derivação imprópria) É um político SÉRIO (sério = adjetivo) Falando SÉRIO, eu não queria ter você (sério = advérbio – derivação imprópria)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejamos a frase enviada por você: &#8220;Ele passa uma noite tranquila.&#8221; =&gt; Observe que o sujeito dessa frase é o pronome pessoal &#8220;ELE&#8221;. =&gt; Observe que o verbo &#8220;PASSAR&#8221; pede um complemento para o seu significado (Ele passa o quê?) =&gt; Ele passa &#8220;uma noite&#8221;. Esse complemento &#8220;uma noite&#8221; liga-se diretamente ao verbo &#8220;passar&#8221; sem o auxílio de preposição. Quando isso acontece, temos um &#8220;objeto direto&#8221; (nessa frase, &#8220;uma noite&#8221;). =&gt; Observe, por último. a palavra &#8220;tranquila&#8221;. Agora, pense: a noite é que é &#8220;tranquila&#8221;, ou é a pessoa (= ele) que passa &#8220;tranquilamente&#8221; aquela noite? E, nesse caso, a reflexão seria: Como ele passa a noite? =&gt; Resposta: &#8220;ele passa tranquilamente aquela noite&#8221; =&gt; temos, aí, um caso de derivação imprópria, onde um adjetivo (= &#8220;tranquila&#8221;) assume a função de um &#8220;advérbio (= tranquilamente). ATENÇÃO!! Você já ouviu falar em &#8220;derivação imprópria&#8221;? Dá-se esse nome à mudança de classe gramatical. Ou seja, a derivação imprópria ocorrerá todas as vezes em que as palavras mudarem sua classe gramatical original para outra, dependendo do contexto em que estiverem inseridas Exemplos! O jovem é muito ALTO. (alto = adjetivo) Como você fala ALTO! (alto = advérbio – derivação imprópria) É um político SÉRIO (sério = adjetivo) Falando SÉRIO, eu não queria ter você (sério = advérbio – derivação imprópria)</p>
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