<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Professores Online &#187; EDSONBEZERRA2012</title>
	<atom:link href="https://www.professoronline.net/profile/edsonbezerra2012/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.professoronline.net</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Jun 2024 14:08:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>é possivel responder para mim</title>
		<link>https://www.professoronline.net/e-possivel-responder-para-mim/</link>
		<comments>https://www.professoronline.net/e-possivel-responder-para-mim/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 May 2012 22:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[EDSONBEZERRA2012]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[e]]></category>
		<category><![CDATA[mim]]></category>
		<category><![CDATA[para]]></category>
		<category><![CDATA[possível]]></category>
		<category><![CDATA[responder]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[1. A primeira estrofe do poema apresenta uma construção muito curiosa, que nos permite, inclusive, dividi-la em dois subconjuntos: os versos 1 e 2 e os versos 3 e 4. Analise-os e comente-os. 2. Compare o início do poema ao seu fim. O que você percebe? 3. O crítico Antônio Cândido, ao analisar este poema, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>1. A primeira estrofe do poema apresenta uma construção muito curiosa, que nos permite, inclusive, dividi-la em dois subconjuntos: os versos 1 e 2 e os versos 3 e 4. Analise-os e comente-os.</p>
<p>2. Compare o início do poema ao seu fim. O que você percebe?</p>
<p>3. O crítico Antônio Cândido, ao analisar este poema, afirma que “a sociedade oferece obstáculos que impedem a plenitude dos atos e dos sentimentos”. Como isto está representado no poema?</p>
<p>Sobre os dois textos: &#8220;No meio do caminho&#8221; e &#8220;Nel mezzo del cammin&#8230;</p>
<p>4. A intertextualidade pode se manifestar de várias maneiras, ora de forma mais explícita, evidente, ora de forma mais implícita, sutil; ora apenas no aspecto formal, ora na retomada de uma frase, de uma ideia; ora como recriação, ora como reelaboração. Comente a intertextualidade que há entre os textos.</p>
<p>5. Os artistas do Modernismo brasileiro tiveram uma postura muito irônica em relação ao parnasianismo. Drummond recupera, além da palavra caminho, outra palavra do poema de Bilac, para empregá-la em outro contexto. Qual é esta palavra? Qual a principal distinção no seu emprego?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.professoronline.net/e-possivel-responder-para-mim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre o poema \\no meio do caminho de Drumond</title>
		<link>https://www.professoronline.net/sobre-o-poema-no-meio-do-caminho-de-drumond/</link>
		<comments>https://www.professoronline.net/sobre-o-poema-no-meio-do-caminho-de-drumond/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 May 2012 22:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[EDSONBEZERRA2012]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[caminho]]></category>
		<category><![CDATA[de]]></category>
		<category><![CDATA[do]]></category>
		<category><![CDATA[drumond]]></category>
		<category><![CDATA[meio]]></category>
		<category><![CDATA[no]]></category>
		<category><![CDATA[o]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>

		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[Sobre o poema \\\\\\\\\\\\\\\&#8221;No meio do caminho\\\\\\\\\\\\\\\&#8221; 1. A primeira estrofe do poema apresenta uma construção muito curiosa, que nos permite, inclusive, dividi-la em dois subconjuntos: os versos 1 e 2 e os versos 3 e 4. Analise-os e comente-os. 2. Compare o início do poema ao seu fim. O que você percebe? 3. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o poema \\\\\\\\\\\\\\\&#8221;No meio do caminho\\\\\\\\\\\\\\\&#8221;</p>
<p>1. A primeira estrofe do poema apresenta uma construção muito curiosa, que nos permite, inclusive, dividi-la em dois subconjuntos: os versos 1 e 2 e os versos 3 e 4. Analise-os e comente-os.</p>
<p>2. Compare o início do poema ao seu fim. O que você percebe?</p>
<p>3. O crítico Antônio Cândido, ao analisar este poema, afirma que “a sociedade oferece obstáculos que impedem a plenitude dos atos e dos sentimentos”. Como isto está representado no poema?</p>
<p>Sobre os dois textos: \\\\\\\\\\\\\\\&#8221;No meio do caminho\\\\\\\\\\\\\\\&#8221; e \\\\\\\\\\\\\\\&#8221;Nel mezzo del cammin&#8230;</p>
<p>4. A intertextualidade pode se manifestar de várias maneiras, ora de forma mais explícita, evidente, ora de forma mais implícita, sutil; ora apenas no aspecto formal, ora na retomada de uma frase, de uma ideia; ora como recriação, ora como reelaboração. Comente a intertextualidade que há entre os textos.</p>
<p>5. Os artistas do Modernismo brasileiro tiveram uma postura muito irônica em relação ao parnasianismo. Drummond recupera, além da palavra caminho, outra palavra do poema de Bilac, para empregá-la em outro contexto. Qual é esta palavra? Qual a principal distinção no seu emprego?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.professoronline.net/sobre-o-poema-no-meio-do-caminho-de-drumond/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
