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	<title>Professores Online &#187; fernandoviniciusmartins</title>
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		<title>Que tipo de vegetação existia em cumbuco e jaboti no passado</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 16:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[fernandoviniciusmartins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois mestres da arte de reflorestar Há 26 anos, faça sol ou faça chuva, o mineiro Luiz Roberto de Castro Carvalho, de 51 anos, não passa um só dia sem plantar pelo menos uma árvore em sua fazenda, na cidade paranaense de Jaboti, a 360 quilômetros ao norte de Curitiba. Esse brasileiro, que já plantou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois mestres da arte de reflorestar<br />
Há 26 anos, faça sol ou faça chuva,<br />
o mineiro Luiz Roberto de Castro<br />
Carvalho, de 51 anos, não passa um só<br />
dia sem plantar pelo menos uma árvore<br />
em sua fazenda, na cidade<br />
paranaense de Jaboti, a 360 quilômetros<br />
ao norte de Curitiba. Esse brasileiro,<br />
que já plantou mais de 100 mil<br />
árvores, tem agora no litoral nordestino<br />
um sério concorrente. Trata-se do<br />
engenheiro João Bosco Aguiar Dias,<br />
de 52 anos. Há três anos, Aguiar Dias<br />
dedica-se a repor a mata que um dia<br />
cobriu naturalmente vastas porções da<br />
costa de Cumbuco, nas proximidades<br />
de Fortaleza. ?Antes de morrer quero<br />
ver minha floresta reproduzida nos<br />
seis quilômetros de praia?, diz o engenheiro.<br />
Desafiando a descrença de todos<br />
os agrônomos e técnicos que procurou,<br />
Aguiar Dias está obtendo sucesso.<br />
Para contornar o problema da<br />
seca, que tanto prejudica suas mudas,<br />
ele utiliza cata-ventos que bombeiam<br />
a água de poços artesianos cavados<br />
próximos à praia.<br />
O engenheiro cearense já conseguiu<br />
bons resultados com coqueiros e<br />
cajueiros. Animado, começou a plantar<br />
espécies nobres &#8211; cedros, jatobás,<br />
jacarandás, perobas, ipês e pau-brasil.<br />
Enquanto as mudas não se transformam<br />
em espécies majestosas, ele se<br />
diverte plantando abóboras sobre as<br />
dunas: ?Gosto de contrariar os pessimistas<br />
e fazer o verde crescer?. Com<br />
sua dedicação, o engenheiro lembra<br />
certo embaixador inglês que, ao chegar<br />
ao Marrocos, se espantou com a<br />
ausência de árvores e obteve como<br />
resposta à sua perplexidade a informa-<br />
ção de que, no deserto, as árvores<br />
demorariam pelo menos trinta anos<br />
para dar sombra. ?Ótimo?, disse o<br />
embaixador. ?Podemos começar a<br />
plantá-las agora.?<br />
Luiz Roberto Carvalho e João Aguiar Dias estão tendo um grande trabalho<br />
para replantar árvores que foram derrubadas no passado. Mas qual deles deve<br />
ter maior dificuldade em fazer as árvores crescer? Qual deles tem de modificar<br />
as condições do local para que as árvores vinguem?<br />
Os solos<br />
6<br />
A U L A<br />
Dois mestres da arte de reflorestar<br />
Há 26 anos, faça sol ou faça chuva,<br />
o mineiro Luiz Roberto de Castro<br />
Carvalho, de 51 anos, não passa um só<br />
dia sem plantar pelo menos uma árvore<br />
em sua fazenda, na cidade<br />
paranaense de Jaboti, a 360 quilômetros<br />
ao norte de Curitiba. Esse brasileiro,<br />
que já plantou mais de 100 mil<br />
árvores, tem agora no litoral nordestino<br />
um sério concorrente. Trata-se do<br />
engenheiro João Bosco Aguiar Dias,<br />
de 52 anos. Há três anos, Aguiar Dias<br />
dedica-se a repor a mata que um dia<br />
cobriu naturalmente vastas porções da<br />
costa de Cumbuco, nas proximidades<br />
de Fortaleza. ?Antes de morrer quero<br />
ver minha floresta reproduzida nos<br />
seis quilômetros de praia?, diz o engenheiro.<br />
Desafiando a descrença de todos<br />
os agrônomos e técnicos que procurou,<br />
Aguiar Dias está obtendo sucesso.<br />
Para contornar o problema da<br />
seca, que tanto prejudica suas mudas,<br />
ele utiliza cata-ventos que bombeiam<br />
a água de poços artesianos cavados<br />
próximos à praia.<br />
O engenheiro cearense já conseguiu<br />
bons resultados com coqueiros e<br />
cajueiros. Animado, começou a plantar<br />
espécies nobres &#8211; cedros, jatobás,<br />
jacarandás, perobas, ipês e pau-brasil.<br />
Enquanto as mudas não se transformam<br />
em espécies majestosas, ele se<br />
diverte plantando abóboras sobre as<br />
dunas: ?Gosto de contrariar os pessimistas<br />
e fazer o verde crescer?. Com<br />
sua dedicação, o engenheiro lembra<br />
certo embaixador inglês que, ao chegar<br />
ao Marrocos, se espantou com a<br />
ausência de árvores e obteve como<br />
resposta à sua perplexidade a informa-<br />
ção de que, no deserto, as árvores<br />
demorariam pelo menos trinta anos<br />
para dar sombra. ?Ótimo?, disse o<br />
embaixador. ?Podemos começar a<br />
plantá-las agora.</p>
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