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	<title>Professores Online &#187; fran12314</title>
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		<title>Analise do poema ruinas de guerra junqueiro</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 01:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[fran12314]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
		<category><![CDATA[de]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[ruinas]]></category>

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		<description><![CDATA[analise do seguinte poema: Ruínas I E é triste ver assim ir desfolhando, Vê-las levadas na amplidão do ar, As ilusões que andámos levantando Sobre o peito das mães, o eterno altar. Nem sabe a gente já como, nem quando, Há-de a nossa alma um dia descansar! Que as almas vão perdidas, vão boiando Nesta [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>analise do seguinte poema:<br />
Ruínas<br />
I </p>
<p>E é triste ver assim ir desfolhando,<br />
Vê-las levadas na amplidão do ar,<br />
As ilusões que andámos levantando<br />
Sobre o peito das mães, o eterno altar. </p>
<p>Nem sabe a gente já como, nem quando,<br />
Há-de a nossa alma um dia descansar!<br />
Que as almas vão perdidas, vão boiando<br />
Nesta corrente eléctrica do mar!&#8230; </p>
<p>Ó ciência, minha amante, ó sonho belo!<br />
És fria como a folha dum cutelo&#8230;<br />
Nunca o teu lábio conheceu piedade! </p>
<p>Mas caia embora o velho paraíso,<br />
Caia a fé, caia Deus! sendo preciso,<br />
Em nome do Direito e da Verdade. </p>
<p>II </p>
<p>Morreu-me a luz da crença — alva cecém,<br />
Pálida virgem de luzentas tranças<br />
Dorme agora na campa das crianças,<br />
Onde eu quisera repousar também. </p>
<p>A graça, as ilusões, o amor, a unção,<br />
Doiradas catedrais do meu passado,<br />
Tudo caiu desfeito, escalavrado<br />
Nos tremendos combates da razão.    </p>
<p>Perdida a fé, esse imortal abrigo,<br />
Fiquei sozinho como herói antigo<br />
Batalhando sem elmo e sem escudo. </p>
<p>A implacável, a rígida ciência<br />
Deixou-me unicamente a Providência,<br />
Mas, deixando-me Deus, deixou-me tudo. </p>
<p>Guerra Junqueiro, in \\\&#8217;A Musa em Férias\\\&#8217; </p>
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