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	<title>Professores Online &#187; mariana ferraz</title>
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		<title>Cidadaos da rua materia portugues</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 14:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[mariana ferraz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
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		<description><![CDATA[CIDADÃOS DA RUA Há quatro meses o carpinteiro Adilson Malaquias dos Santos, 29 anos, perdeu o seu emprego. Pouco depois, o aluguel do sobrado onde ele residia com a mulher e um filho de quatro anos dobrou de valor. Com o dinheiro do fundo de garantia, Malaquias ficou mais dois meses na residência, enquanto procurava [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>CIDADÃOS DA RUA<br />
Há quatro meses o carpinteiro Adilson Malaquias dos Santos, 29 anos, perdeu o seu<br />
emprego. Pouco depois, o aluguel do sobrado onde ele residia com a mulher e um filho<br />
de quatro anos dobrou de valor. Com o dinheiro do fundo de garantia, Malaquias ficou<br />
mais dois meses na residência, enquanto procurava emprego. Sem encontrar trabalho,<br />
entregou a casa, mandou a mulher e o filho de volta para a Bahia, onde tem parentes, e<br />
passou a dormir embaixo de um viaduto por onde passa o metrô.<br />
Viver na rua tem sido uma experiência arrasadora para Malaquias: ele descobriu ali<br />
um mundo assustador, deprimente e corrosivo para a sua autoestima e que não promete<br />
nada de bom. Ele continua sem emprego, sem a família e sem dinheiro.<br />
Quem quiser conhecer esta realidade brasileira não precisa consultar estatísticas, nem<br />
tratados de urbanismo. Basta prestar atenção à paisagem das grandes cidades do país,<br />
onde se multiplica, cada vez mais, o perfil de cidadãos como esse.<br />
Houve época em que dormir na rua podia ter algo de boêmio e até poético, como<br />
lembrou Noel Rosa em seu verso: “A minha cama é uma folha de jornal”. No passado, as<br />
ruas brasileiras abrigavam o seu ocupante de sempre, aquele desamparado em qualquer<br />
lugar do mundo – o mendigo frequentemente alcoólatra.<br />
Hoje em dia, existem outros cidadãos disputando esse mesmo espaço: são<br />
desempregados da indústria e da construção civil, os agricultores cuja roça secou e<br />
resolveram tentar a sorte nas grandes cidades, e, pior do que tudo, trabalhadores cujo<br />
salário já não dá para alugar um barraco de favela nem para arcar com as despesas de<br />
um quarto de cortiço. Já existem residências fixadas há vários anos embaixo de viadutos<br />
e ali seus moradores instalam a mobília, penduram roupas no varal e até tentam puxar<br />
um fio para a luz elétrica. Também foram erguidos, nos pontos mais afastados das<br />
grandes cidades, acampamentos que abrigam centenas de nômades urbanos.<br />
Há pelo menos duas décadas já era possível prever que estava sendo armado esse<br />
desastre social, fruto direto de políticas, atitudes e decisões do governo ou de parcelas<br />
da sociedade capazes de influenciar sua conduta; com isso, a maioria dos brasileiros foi<br />
grosseiramente excluída da participação nos benefícios sociais do desenvolvimento.<br />
(Revista Veja, dezembro/2011.)<br />
QUESTÃO 5<br />
O tema central do texto é<br />
a) a miséria urbana, fruto dos baixos salários pagos ao trabalhador.<br />
b) a crise do desemprego no Brasil, consequência do despreparo dos trabalhadores.<br />
c) o grave problema habitacional brasileiro, reflexo da política governamental de corte nos gastos<br />
sociais.<br />
d) a injusta distribuição da renda nacional entre os brasileiros, consequência da corrupção dos<br />
governantes.<br />
e) a proliferação das residências fixadas embaixo de viadutos, fruto da falta de profissionalização<br />
dos trabalhadores.</p>
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