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	<title>Professores Online &#187; pretinhots</title>
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		<title>O QUE A ESTROFE DESSE POEMA DIZ?</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 13:22:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Talvez uma sensibilidade maior ao frio, desejo de voltar mais cedo para casa. Certa demora em abrir o pacote de livros esperado, que trouxe o correio. TENHO UM POEMA PRA ANALISAR POREM EU NÃO CONSIGO EU TOU ME PERDENDO NO POEMA. QUEM PUDER ME AJUDAR COM ESSA PARTE EU AGRADEÇO. O MEU TRABALHO É PRA [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez uma sensibilidade maior ao frio,<br />
desejo de voltar mais cedo para casa.<br />
Certa demora em abrir o pacote de livros<br />
esperado, que trouxe o correio.</p>
<p>TENHO UM POEMA PRA ANALISAR POREM EU NÃO CONSIGO EU TOU ME PERDENDO NO POEMA. QUEM PUDER ME AJUDAR COM ESSA PARTE EU AGRADEÇO. O MEU TRABALHO É PRA AMANHÃ</p>
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		<title>Analise desse poema de Carlos drummond de andrade</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 12:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pretinhots]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Pessoal me Ajudem preciso terminar um trabalho porém estou com um pouco de dificuldade ME AJUDEM TRABALHO PRA SER ENTREGUE AMANHÃ talvez uma sensibilidade maior ao frio, desejo de voltar mais cedo para casa. Certa demora em abrir o pacote de livros esperado, que trouxe o correio. Indecisão: irei ao cinema ? Dos três empregos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal me Ajudem preciso terminar um trabalho porém estou com um pouco de dificuldade ME AJUDEM TRABALHO PRA SER ENTREGUE AMANHÃ </p>
<p>talvez uma sensibilidade maior ao frio,<br />
desejo de voltar mais cedo para casa.<br />
Certa demora em abrir o pacote de livros<br />
esperado, que trouxe o correio. </p>
<p>Indecisão: irei ao cinema ?<br />
Dos três empregos de tua noite escolherás: nenhum.<br />
Talvez certo olhar, mais sério, não ardente,<br />
que pousas nas coisas, e elas compreendem. </p>
<p>Ou pelo menos supões que sem. São fiéis, as coisas de teu<br />
escritório. A canela velha. Recusas-te a trocá-la pela que<br />
encerra o último segredo químico, a tinta imortal.<br />
Certas manchas na mesa, que não sabes se o tempo<br />
se a madeira, se o pó trouxeram consigo.<br />
Bem a conheces tua mesa. Cartas, artigos, poemas<br />
saíram dela, de ti. Da dura substância,<br />
do calmo, da floresta partida elas vieram, as palavras que achaste e juntaste, distribuindo-as. </p>
<p>A mão passa<br />
na aspereza. O verniz que se foi. Não a árvore<br />
que regressa. A estrada voltando. Minas que espreita,<br />
e espera, longamente espera tua volta sem som.<br />
A mesa se torna leve, e nela viajas<br />
em ares de paciência, acordo, resignação.<br />
Olhai a mesa que foge, não a toqueis. É a mesa volante,<br />
de suas gavetas saltam papéis escuros, enfim os libertados segredos<br />
sobre a terra metálica se espalham, se amortalham e calam-se. </p>
<p>AJUDA&#8230;. URGENTE</p>
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