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	<title>Professores Online &#187; Rosa1109</title>
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		<title>Justifique com elementos do texto .</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2012 18:53:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em João Pessoa, o maior desafio de Lívia Marques Carvalho é lidar com o sentimento de desvalia que toma conta da juventude atendida na Casa Pequeno Davi e na Casa Menina Mulher. Ela diz que só depois que os jovens se integram é que se percebem como pessoas. Eles se motivam e são devolvidos ao mercado, geralmente desempregados, quando completam 18 anos. O que se torna mais um desafio. “Ensinamos a pescar, mas para dar certo o rio tem de ter peixe”, observa.<br />
(&#8230;) “Aproveitamos o envolvimento com a arte, que não tem isso de certo ou errado, para ajudar os jovens de baixa renda a aprender o que é a auto-estima”, explica. Os jovens aprendem estamparia, impressão de camisetas em serigrafia, fazer bijuterias e cangas, que a entidade coloca à venda. “O foco deles, na rua, é a subsistência. Pela arte, percebem que podem se colocar no que fazem, ganham confiança e descobrem que são cidadãos.”<br />
(&#8230;) A arte é poderosa também para mudar visões de mundo e combater a discriminação. Com essa certeza, a paulistana Patrícia Teixeira, professora do ensino médio, criou o Teatro da Inclusão. Tudo começou em 1999, a partir de contato que teve com alunos com necessidades especiais, na Escola Estadual Benjamin Constant. “Eles viviam em pequenos guetos, eram discriminados e discriminavam os demais alunos”, diz. Formada em Educação Artística e pós-graduanda em Psicologia Analítica, na PUC de São Paulo, ela decidiu usar as artes cênicas para incluir jovens cegos nas atividades escolares.<br />
A experiência deu tão certo que, em 2000, Patrícia a levou, num trabalho voluntário, para a Escola Estadual Caetano de Campos. Aproveitou o teatro disponível na escola e iniciou o projeto Teatro da Inclusão, com a peça “Retratos de Gerações”, que ela escreveu. “Discutir as diferenças promove a inclusão. Três jovens cegos atuaram. O trabalho eliminou as diferenças de visão, pois, no palco, os alunos entram em contato com seus personagens internos, percebem a si mesmos e o outro como pessoas completas. O teatro os faz responder, principalmente, com atitudes”, diz.  </p>
<p>Ferreira Gullar, um dos maiores poetas brasileiros, nascido no Maranhão,  no texto “A beleza do humano, nada mais”, publicado na Revista Onda Jovem &#8211; ano I,  n. 3 &#8211; disse que  “se me perguntam para que serve a arte, respondo: para tornar o mundo mais belo, mais comovente e mais humano”. Esse ponto de vista do poeta vai ao encontro das idéias presentes nos projetos acima relatados? Justifique com elementos do(s) texto(s), apresentando seu posicionamento sobre a questão. </p>
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